Um homem é assassinado à pauladas.
Um grupo de teatro vai apresentar a Paixão de Cristo.
Cristo carregou a pesada cruz de madeira em que iria ser
crucificado. No caminho, ia apanhando até sangrar.
Pra ajudar, uma coroa de espinhos na cabeça.
O mundo anda tão violento, não é?
"I chose not to choose life. I chose something else. And the reasons? There are no reasons."
Monday, April 10, 2006
Wednesday, March 29, 2006
Eita Mario Quintana...
Thursday, March 23, 2006
Fotos
Thursday, January 12, 2006
Sun of the beach!

Cheguei da praia dia 08. Estava o de sempre. Viajar mais de 500 km pra ficar com areia grudando no corpo, ter de se besuntar com aquela coisa gosmenta, um calor acima do tolerável. Além do estresse costumeiro quando se está fora de casa por mais de três dias. Só valeu a pena porque a Tati ficou feliz da vida. Aí compensa tudo.
Pra completar o programa de índio, visita ao sítio. Aparecida do Oeste. Sabe aquelas cidades que ignoraram o tempo? As cidades mortas da obra de Autran Dourado? Bem assim.
Essa é a época das férias de que mais gosto. Já acabou toda a chatice do fim do ano, já vai dando uma vontadezinha de voltar a trabalhar(mas eu fico bem quietinha esperando passar), enfim, a vida vai voltando ao normal. Quero aproveitar os dias que faltam pra assistir a alguns clássicos do cinema que ainda não vi, como Casablanca, por exemplo. E também quero ler um clássico. Hoje vou ao sebo procurar alguma coisa. Será que encontro clássicos num sebo? Bem, vou tentar.
Sunday, December 25, 2005
Saturday, August 06, 2005
"Mas falto eu mesmo. E essa lacuna é tudo."

Acho que não sou supersticiosa, mas por que todo mês de agosto é uma porcaria? Tudo está quebrando, as folhas secas no chão, as árvores peladas, esse calor ( que odeio) fora de época, essa falta total de perspectiva. Essa semana assisti a um filme(Cinema Paradiso) e nele Alfredo aconselha Totó a nunca voltar para a cidade onde ele cresceu. Totó só volta na ocasião da morte de Alfredo, trinta anos após ter saído de lá. É mesmo muito estranho voltar à cidade onde passamos a infância, a adolescência, principalmente se nossa maior vontade sempre foi sair de lá. Domingo passado fui à Cianorte. É muito estranho passar pela rua da casa onde morei, pelas ruas onde passava...Acho que Alfredo tem razão. Não deveríamos nunca voltar a esses lugares. Lá só existem fantasmas.
Tuesday, August 02, 2005
Essa música é linda!
INVERNO
No dia em que fui mais feliz
Eu vi um avião se espelhar no seu olhar
Até sumir
De lá pra cá não sei
Caminho ao longo do canal
Faço longas cartas pra ninguém
E o inverno no Leblon é quase glacial
Há algo que jamais se esclareceu
Onde foi exatamente que eu larguei naquele dia mesmo
Um leão que sempre cavalguei?
Lá mesmo esqueci
Que o destino sempre me quis só
Num deserto sem saudade, sem remorso, sem amarras, só
Barco embriagado ao mar
Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu reuniu-se à terra um instante por nós dois
Pouco antes do ocidente se assombrar
(Adriana Calcanhoto)
No dia em que fui mais feliz
Eu vi um avião se espelhar no seu olhar
Até sumir
De lá pra cá não sei
Caminho ao longo do canal
Faço longas cartas pra ninguém
E o inverno no Leblon é quase glacial
Há algo que jamais se esclareceu
Onde foi exatamente que eu larguei naquele dia mesmo
Um leão que sempre cavalguei?
Lá mesmo esqueci
Que o destino sempre me quis só
Num deserto sem saudade, sem remorso, sem amarras, só
Barco embriagado ao mar
Não sei o que em mim
Só quer me lembrar
Que um dia o céu reuniu-se à terra um instante por nós dois
Pouco antes do ocidente se assombrar
(Adriana Calcanhoto)
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